Depois do tentar...
Segunda-feira, 11 de Abril de 2005...
Passaram-se 7 meses desde o último dia que consegui sentir o abraço quente e aconchegante da pessoa que eu mais amei no mundo. Acabei de ver um filme que se chama "Diário da nossa paixão". Os últimos 15 minutos do filme passei-os a chorar e ainda continuo. Acho que não consigo encontrar ninguém que consiga perceber o que estou a sentir neste momento.
Gostava de ter alguém aqui comigo a quem eu pudesse dizer "bom dia amor" ou a quem pudesse deixar uma bela rosa para o acordar. Porém esse alguém não pode ser qualquer pessoa.
Disseram-me que este filme ia ser muito bom, e na realidade foi, lembrei-me de imensas coisas que passei e vivi e que não acredito viver nunca mais. Sinto que esta pessoa foi como o meu primeiro amor.
Apesar das inúmeras tentativas, não consigo preencher o vazio que sinto desde então, apenas consigo esconder os meus verdadeiros sentimentos. Penso viver num género de "demência degenerativa do amor", em que a minha pessoa fica igual, mas tudo aquilo que realmente me faria feliz está a tentar ser apagado, ignorado, escondido...
Ando há imenso tempo para começar a escrever este pequeno diário da minha vida e tenciono preenchê-lo pelo menos uma vez por semana com aquilo que sinto. Acredito que nunca mais serei o mesmo, mas também tento acreditar que, um dia, tudo isto vai saber melhor.
Amanhã vou acordar de manhã e continuar a alimentar a minha doença. Será que um dia alguém que me vai conseguir acordar a sério?...
Passaram-se 7 meses desde o último dia que consegui sentir o abraço quente e aconchegante da pessoa que eu mais amei no mundo. Acabei de ver um filme que se chama "Diário da nossa paixão". Os últimos 15 minutos do filme passei-os a chorar e ainda continuo. Acho que não consigo encontrar ninguém que consiga perceber o que estou a sentir neste momento.
Gostava de ter alguém aqui comigo a quem eu pudesse dizer "bom dia amor" ou a quem pudesse deixar uma bela rosa para o acordar. Porém esse alguém não pode ser qualquer pessoa.
Disseram-me que este filme ia ser muito bom, e na realidade foi, lembrei-me de imensas coisas que passei e vivi e que não acredito viver nunca mais. Sinto que esta pessoa foi como o meu primeiro amor.
Apesar das inúmeras tentativas, não consigo preencher o vazio que sinto desde então, apenas consigo esconder os meus verdadeiros sentimentos. Penso viver num género de "demência degenerativa do amor", em que a minha pessoa fica igual, mas tudo aquilo que realmente me faria feliz está a tentar ser apagado, ignorado, escondido...
Ando há imenso tempo para começar a escrever este pequeno diário da minha vida e tenciono preenchê-lo pelo menos uma vez por semana com aquilo que sinto. Acredito que nunca mais serei o mesmo, mas também tento acreditar que, um dia, tudo isto vai saber melhor.
Amanhã vou acordar de manhã e continuar a alimentar a minha doença. Será que um dia alguém que me vai conseguir acordar a sério?...